Barcode Yourself
Crie um código de barras só para você... Esse aí sou eu. Imagine se todos tivessem um desses na nuca?
Don't talk to me about life em um código de barras.
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Vocês lembram quando o Barings faliu? Foi culpa de um trader de futuros chamado Nick Leeson, que causou uma fraude de US$1.4bi. O Barings era o banco mais antigo da Inglaterra, fundado em 1762.
Só para ter uma idéia da velhice por trás da data, o estado da Loisiana, hoje dos EUA, foi comprado do Baring, através de títulos americanos que foram descontados para Napoleão financiar as suas guerras.
Esse 1.4bi foi suficiente para falir esse banco. Um trader aparentemente meíocre do back office do Société Générale causou um rombo de US$ 7.2bi.
E ainda ninguém descobriu o que ele ganhou com isso, já que os papéis fraudulentos viraram pó. Na época do Barings, eu pensei: Com o avanço do poder de processamento dos computadores,
esse tipo de falha nunca mais acontecerá. Naquela época, 1995, nós tínhamos aqueles micros toscos em casa. Mas pelo visto eu me enganei, e os bancos europeus ainda não se modernizaram suficientemente.
O Jérôme aproveitou-se de seus conhecimentos das regras de compliance do banco para descobrir o momento certo de refazer todas as operações antes que fosse pego. Está preso para esclarecimentos, e toda a sua equipe será demitida.
Vamos ver se o Société Générale aguenta o tranco.
Don't talk to me about um monte de acentos agudos fora de lugar.
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Lembram que eu contei do amputado que corria mais graças às suas "pernas" de chetah?
O cara foi desqualificado das olimpíadas. Segundo a Associação Internacional de Atletismo, as próteses são 30% mais eficientes que as pernas "originais" e usam 25% menos energia do atleta.
Sinceramente, achei que esse tipo de decisão era esperada. O mundo ainda não está preparado para próteses aparentes. Quando o Tiger Woods coloca uma córnea nova para ter visão sobre humana, tudo bem. Quando um jogador de Baseball troca o osso de seu braço saudável por um novo mais forte, tudo bem. Agora trocar a perna inteira por outra mais eficiente, com um "design" diferente? Não pode.
Don't talk to me about ciborgues.
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A google lançou mais um serviço para o Google Maps: Agora, de seu celular, você pode mapear sua localização através das torres, em um processo mais rápido do que o GPS, sem gastar tanto a bateria, e sem ter que gastar $$$$$ com um aparelho enabled. Além do quê, aparelhos com GPS são tijolões. Ah, e funciona dentro de casa. Mas não é tão preciso.
Official Google Mobile Blog: New magical blue circle on your map
Para acessar, entre em www.google.com/gmm através de seu celular com acesso à internet, e aperte [0] para centralizar o mapa.
Espetáculo. Agora eu acho que o iPhone tem o que faltava: Um GPS.
UPDATE: Cuidado ao baixar. O arquivo é grande, e ainda não dá para saber se funciona com o seu aparelho. Proceed at your own risk.
Don´t talk to me about mapas inúteis
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Os puristas audiófilos com certeza vão dizer que nada como o som analógico do vinil para manter toda a qualidade do som. Eles podem estar certos. Mas vamos ver como é que funciona a gravação de som:
Um microfone, em um dado momento, capta a soma de todos os sons que chegam nele. Isso pode envolver o piano, o baixo, duas vozes, e uma porta batendo ao fundo. Todos esses sons são somados em uma curva senóide cuja altura representa o volume do som, e o comprimento representa o "pitch", se o som é mais agudo ou grave. Como a cada momento temos uma somatória diferente, e tocamos todos os pontos na seqüência, conseguimos separar as vozes e os instrumentos. É como se estivéssemos vendo um vídeo, e analisássemos só uma imagem. Ao passar 24 imagens por segundo nosso cérebro é enganado e percebe movimento.
Temos duas informações por instante, a altura e o comprimento da onda, certo? É aí é que entra o "bitrate" da gravação: Qual a precisão utilizada? imaginamos um ponto exatamente na média do som. Se o som gravado está acima, gravamos 1. Se estiver abaixo, 0. Depois, dividimos o quadrante superior novamente, e repetimos a pergunta. Outro 1 (ou zero). E assim por diante.
Para 16 perguntas, temos um número binário como esse: 0100010101101111. E um som gravado à 16bits. Para 24bits, adicionamos mais 8 perguntas, chegando à uma pureza de som 256 vezes maior.
Há que lembrar que a música é um conjunto de sons no tempo, certo? Aí entra o "samplerate". Quanto maior esse número, maior o número de sons gravados por segundo. Por exemplo, 44.1KHz significam 44.100 sons por segundo. Por quê um número tão grande? Em função desse número ficará a maior amplitude desejada na música. Se forem poucos sons por segundo, e forem múito díspares, o seu ouvido vai perceber a descontinuidade e vai aparecer uma distorção harmônica.
O som analógico de um CD é convertido em digital utilizando 16bits para cada canal estéreo, à 44.1KHz. Isso dá um volume de dados gigantesco de 1411kbps. (1411200 bits por segundo)
E com isso, muito, mas muito pouca diferença com relação ao vinil (ou à fita cassete). Lógico que os sons analógicos produzem ruído, pois mesmo que não haja nenhum som gravado ainda teremos um barulhinho gostoso de fundo. Esse ruído às vezes faz falta no CD, e faz com que os puristas gostem tanto do analógico.
Além disso, como os sons são cortados para passar para o CD, incluíndo somente os que o ouvido humano consegue ouvir (com bastante folga, diga-se de passagem), um audiófilo de ouvidos meta-humanos pode sentir falta dessas vibrações muito graves e agudas.
Agora, E o MP3? É um zip para músicas. Consegue transformar o 1411kbps em 192 kbps sem perder quase nada na qualidade. (13% do tamanho original).
Para compressões maiores, a perda é maior, mas ainda assim uma resolução de 128 kbps ainda é muito boa.
Existem vários métodos utilizados na compactação de músicas, mas basicamente os sons não audíveis são retirados, e ao invés de gravar todos os sons, grava-se a duração de sons parecidos.
É mais ou menos o que acontece com o JPG em fotos. Quanto menor o tamanho, mais compromissada a resolução fica.
Eu não vou entrar nas diferenças entre tipos de arquivos e qual a melhor resolução, mas aqui em casa eu gravo a 192kbps e em MP3. Dizem que o Ogg Vorbis, o AAC e o WMA são melhores (compactam com perdas menores no mesmo bit rate), mas não tocam em todos os aparelhos. E eu tenho muitos MP3 a 128kbps e estou muito feliz também.
Sugiro um dia que ao copiar um CD, escutar o original e a cópia juntos. Aí você escolhe que tamanho de arquivo é o ideal.
Como exemplo, a mesma música ocupa:
128K AAC -> 3.4 MB
192K MP3 -> 5 MB
320K MP3 -> 8.3 MB
Esse acho que é o post mais nerd dos últimos tempos; Tentei adaptar uma reportagem da Cnet e misturei com informações de compressão.
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O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer ficou em nono lugar numa lista que reúne os "100 maiores gênios vivos", compilada pela empresa de consultoria global Synectics.
O praticamente centenário Niemeyer é um "dos nomes mais importantes da arquitetura moderna internacional e pioneiro por ter explorado as possibilidades de construção do concreto armado. Seus prédios têm formas tão dinâmicas e curvas tão sensuais que muitos admiradores dizem que mais do que um arquiteto, ele é um escultor de monumentos".
Seguem os mais famosos:
1. Albert Hoffman, criador do LSD
1. Tim Berners-Lee, criador do domínio "www" (empatado)
3. George Soros, megainvestidor.
4. Matt Groening, criador dos Simpsons
5. Nelson Mandela
7. Steven Hawking, físico
25. Garry kasparov, jogador de xadrez
26. Dalai Lama.
26. Steven Spielberg, (empatado)
Don't talk to me about life. Dalai Lama cruza o disco final empatado com Steven Spielberg.
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A Wired fez uma votação para decidir qual o aparelho mais importante dentre 64 escolhidos.
A votação funcionava de uma maneira muito interessante, de forma a agregar "a inteligência das manadas": Quem acertasse o resultado da eleição ganharia um prêmio. Com isso, as pessoas não votam no que elas acham mais importante, mas no que elas acham que a maioria vai decidir.
É praticamente como o mercado de ações: Não importa que você saiba que tal ação vale mais. O que importa é o que os outros pensam. E é isso que você precisa descobrir.
Bom, voltando a eleição, que eu participei há uns meses atrás, os 64 escolhidos eram confrontados dois a dois, no maior estilo mata-mata.
Alguns dos aparelhos nem são mais tão importantes, mas estão lá pela história: A sextante e o compasso por exemplo. Outros são aparelhos inúteis, mas que com o tempo se tornaram fantásticos, como o primeiro computador. Outros estão lá para encher linguiça, como a escova dental elétrica.
Mas os mata-matas foram interessantes: Escolher entre o iPod e o iPhone, por exemplo? O iPhone Ganhou de lavada (e eu acertei)
A calculadora ou a régua de cálculo? Deu a calculadora, e eu perdi. Perdi também ao eleger o cortador de unha ao invés da AK47.
Bom, o gadget de maior relevância foi a TV a cores. Um aparelho gigante com imagens borradas que saiu em 54. Eu o desqualifiquei na primeira rodada.
Sabe qual ganhou na minha eleição? Nem eu sei por quê, mas foi a caneta bic. Com certeza algo que custa menos que um real, não borra e funciona por páginas a fio deve ter ajudado a humanidade a progredir.
Façam o teste (quer dizer, imaginem as suas respostas, pois o prazo expirou) e vejam qual vocês elegeriam. Tentem fazer sem pensar muito, a primeira impressão é a que vale.
Don't talk to me about life sem TV.
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O site Popular Mechanics trouxe uma reportagem sobre uma nova tecnologia desenvolvida para os Navy SEALS: O PowerSwim.

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Mais um testículo da wired:
Coisas que você deveria saber sobre o estudo moderno de genética:
1. The real benefit of studying genomes is that it has taught us how little we know. We used to think noncoding "junk" DNA didn't do anything. Now it turns out it may contain underlying instructions for how DNA works.
2. Genomics' reductionist approach has become more holistic. Now we also look at all the proteins a cell makes (proteomics), RNA transcription (transcriptomics), molecules that control which DNA gets turned on (epigenomics), and cell energy consumption (metabolomics).
3. Important genes usually exist in multiple copies, in case one iteration gets damaged. This results in lots of leftover, deactivated genes from up the evolutionary tree — solid molecular proof that Darwin was right — birds have genes for teeth; humans share genes with gorillas.
Don't talk to me about lifeomics
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Saiu um post muito interessante sobre a história do vidro no blog Cabinet of Wonders.
Segue um trecho. Algo que eu nunca tinha pensado a respeito e que ajuda a entender a formação da Europa.
Curiously, it is this need for heat that was the undoing of much of the forests of Europe. As Venetians took their glass skills and traveled to other places (which they weren't supposed to do - but since when does that stop people?), glass workshops were set up all over the continent and the British Isles. In 17th century England, James the First finally banned charcoal burning because of fears that the forests would be decimated - not because he loved trees, but because they were fast approaching a place where there would be nothing to build ships out of for the navy. Losing the charcoal-burners, who transformed trees into hot-burning fuel, meant that the glass industry, one of the most fuel-hungry industries around, had to recalibrate their furnaces and their glass "recipes" in order to convert to coal.This led to several improvements in the glass. First of all, the coal produced a purer, high temperature product. Secondly, and oddly, Admiral Sir Robert Mansell (the naval man who advised the King to ban charcoal burning) retired from the navy and started his own glassworks. He experimented with adding iron and magnesium to the mix in an effort to make colored glass, but instead came up with a much stonger type of glass.(One offshoot of this was that the English then were able to start fermenting wines in the bottle, since the glass was now strong enough to withstand the pressure. The French didn't start being able to make champagne with a second fermentation until the mid-1800s: their wood-fire blown bottles weren't strong enough.)
Don't talk to me about life blower
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Duro de Matar 4.0
O filme é bacana, bem ao estilo dos anteriores. Cenas de ação dramáticas, às vezes exageradas, e aquele espírito brasileiro (que não desiste nunca) no Bruce Willis.
Mas tem um twist:
É baseado em um artigo da Wired, chamado A Farewell to Arms.
O artigo conta como essa nova era tecnológica gera riscos novos em terrorismo.
Ao invés de uma guerra nuclear, poderemos ter uma guerra de tecnologia de informação.
Se alguém puder controlar a infra estrutura básica de eletricidade, telefonia, mobilidade e tv, poderá infiltrar informações "fakes" estrategicamente e causar grandes estragos, maiores que bombas atômicas.
Segue um trecho:
What is an act of war? What is an appropriate response? Who's the first line of defense? What does "civilian" infrastructure mean when 90 percent of the US military's communications travel over public networks? Are we ready for a bonfire of civil liberties in the name of national security? Do we need an army? A navy? An air force? Does it matter whether we have them? And how do you encourage free and informed debate about an issue of unimpeachable importance without setting off panic?
Interesting questions all, unless you happen to be the men and women who get paid to keep the United States - or any other country - sleeping safe within its borders. In which case, those questions are a nightmare.
Vale a pena. Não só o artigo, mas o filme também. De preferência, depois de ler.
Bom para os gerentes de TI usarem quando forem pedir aquela verba extra.
Don't talk to me about life?
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A Wired fez uma reportagem para as férias perfeitas de um Geek.
Pule o mercado de peixe e vá direto para Akihabara: O melhor lugar do planeta para achar seu Gadget preferido.

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Minha amiga Ematoma do Objetos de Desejo me mandou essa gaiola dos loucos:
Como a condutividade da gaiola é maior que a do corpo humano, é perfeitamente seguro ficar do lado de dentro.
Na realidade, as pessoas que trabalham com linhões usam a mesma tecnologia.
Don't talk to me about life dentro de uma gaiola.
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Eu estou acompanhando diariamente a obra da ponte da água espraiada sobre o Pinheiros, e já acho impressionante o que eles estão fazendo.
Muito "Grandes Construções".
Nesse ensejo, segue um link para fotos de vários entroncamentos complicados como esse:
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Saiu publicado na internet um código capaz de desbloquear qualquer aparelho de HD-DVD. Com esse código, acabam as barreiras de localização e etc, que as indústrias costumam usar para tirar mais dinheiro de nós consumidores.
Causou muito furor na internet, com vários sites que possuem esse código sendo fechados, e usuários do Digg sendo bloqueados.
Mas também, gerou a primeira revolta da comunidade internética, fazendo com que as empresas voltassem atrás.
E a liberdade de expressão ganhou uma batalha contra a censura, mesmo que de um número hexadecimal grande.
Don't talk to me about life in HD DVD. Agora ninguém segura.
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Hawking está agora em campanha de marketing: "O futuro da humanidade está no espaço sideral".
Para ajudar, e com certeza para se divertir, ele fez um passeio sub-orbital e passou algum tempo em gravidade zero. Muito bacana, e uma das poucas vezes em que esteve fora da cadeira de rodas nos últimos anos.
Don't talk to me about life in outer space
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