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Monday, June 16, 2008

Quem é mais agressivo no volante?

Se você ia dizer os homens, se enganou.

Os mais agressivos no volante são os que tem adesivos colados no carro. Tanto faz se é um daqueles bonzinhos de ioga, ou daqueles nóis capota mas não breca.

Ao que parece, o fato de você colocar um adesivo no carro (ou um decalque no vidro) faz de você perigosamente territorialista, e portanto, que vai estravasar seu ódio no volante de maneira mais visível. Buzina, farol, aceleradas ou freadas bruscas, ou dedos aparecendo são itens que demonstram essa exteriorização do ódio.

Já as pessoas que não tem adesivos costumam xingar mentalmente e prosseguir com a vida...

Don't talk to me about life passando ódio no trânsito de são paulo.

Friday, May 23, 2008

O Brasil como nova fronteira da informática!

Ou quase isso:

Na realidade, não graças aos nossos cientistas, mas graças aos nossos besouros: Lamprocyphus augustus tem uma característica única: Sua carapaça brilha com um tom verde independente do ângulo observado em um fenômeno chamado iridescência.

Acredite ou não, essa carapaça é única no mundo, pois a evolução levou esse bicho a montar essa estrutura como a do diamante, mas de forma menos densa.

E segundo os pesquisadores da Physical Review E, esse era o elo perdido para o uso de luz ao invés de eletricidade nos computadores. Assim, elimina-se o calor gerado pela perda da eletricidade, e ganha-se em velocidade. A carapaça do bicho seria processada em um semicondutor para base dos circuitos do computador.

Um computador fotônico poderia em teoria resolver problemas que levam semanas em segundos. Skynet, aí vamos nós!

Uma boa oportunidade de negócios para nós brasileiros: Criação de besouros verdes para exportação! Agora sim, vamos ficar ricos.
Don't talk to me about life: A desse besouro está por um fio.

Thursday, May 08, 2008

218 anos do sistema métrico universal

Em 8/5 de 1790 foi criado o Sistema métrico que usamos hoje. Pouco depois da queda da Bastilha, mas antes do Rei Luis XVI ser decapitado.

A França na época usava um sistema baseado em polegadas e pés, mas era incompatível com o inglês; Era 6,6% maior.

O "metro" começou como a distância percorrida por um pêndulo cujo balanço durasse um segundo. Interessante, mas difícil de imaginar ou replicar.

Em 1793 , o metro foi alterado para 1/10.000.000 da distância entre o pólo norte e o equador. O máximo, não é? Significa que quando o seu carro completar 40.000km ele teria dado a volta ao mundo. (por definição)

Depois, em 1960, veio uma definição 100 vezes mais precisa, mas bem menos interessante: 1,650,763.73 ondas da radiação de luz vermelha no vácuo do átomo krypton 86 (nada a ver com o super homem).

A definição atual, de 1983, é a de que um metro é a distância percorrida no vácuo pela luz em 1/299.792.458 segundo. Parecida com a original (sem graça) não? A história dá voltas...

Ah, e a definição de um grama é a massa de um centímetro cúbico de água.

Foi no sistema métrico que começaram a ser utilizados os prefixos gregos deka-, hecto-, kilo- para múltiplos, e deci-, centi-, milli- para frações. E tudo base 10 para ajudar nas contas...

Os franceses só não conseguiram mexer com o tempo: Foi proposto um calendário onde um mês teria 3 décadas de 10 dias com 10 horas de 100 minutos cada, mas o calendário gregoriano venceu no final.

Afinal, o sol não é obrigado a usar base 10...

Don't talk to me about 6 foot 3 inches.

Wednesday, April 23, 2008

Terremoto na laje de santos. Culpa da Petrobrás?

Hoje saíram as coordenadas do epicentro do tremor. Vocês podem ver no google maps.


Dá para ver que apesar de não ser muito perto da laje (182km), é bem mais perto do que de São Paulo... Se aqui deu 5.2 na escala richter, deve ter sido bem mais forte para quem estava lá perto.

Próxima vez que eu passar lá (em breve, espero) vou ver se alguma pedra meio grande mudou de lugar. Vai que forma alguma caverninha subterrânea, não é mesmo?

Agora a parte teoria da conspiração: A petrobrás está com umas plataformas de petróleo bem perto dali. Indo para a laje, dá para ver uma à distância.
Será que todo esse petróleo que sai das profundezas do solo oceânico não deixa um buraco? E uma "arrumação" do solo não causaria um tremorzinho?
fica a idéia...

Don't talk to me about life esperando um tremor de terra.

Friday, April 18, 2008

Atol de Bikini

Como estaria um lugar submerso, 50 anos depois de uma explosão de uma Bomba de Hidrogênio?



Muito bem, obrigado. O atol de Bikini está intocado pela humanidade, com o medo da radiação do primeiro teste com uma bomba H, que destruiu um dos lugares mais bonitos do planeta.

Mas segundo a New Scientist, a natureza se recoperou e agora existem corais de 8 metros e muita vida marinha no lugar. E o seu contador geiger vai mostrar radioatividade semelhante à de alguma praia da Austrália.

O que acontece é que as correntes se encarregaram de repopular o atol, e limpar os restos radioativos. E como ninguém nem passa perto do lugar com medo da radioatividade, o atol de bikini voltou a se tornar um dos melhores lugares do mundo para mergulhar.
Ah, além disso, é um grande cemitério de navios da 2a guerra, com um grande potencial de mergulhos em naufrágios.

Mas não tente subir na ilha: Um côco, que acumula a radiação do solo, mostrou níveis preocupantes de radiação.

Don't talk to me about life: O bikini foi inventado na mesma época, e levou o nome em homenagem ao Atol.

Wednesday, April 16, 2008

O Paradoxo de Easterlin: Dinheiro é garantia de felicidade?

Sem piadinhas sem graça, do tipo dinheiro não traz felicidade, manda buscar.
Dois dos maiores blogs de economia (marginal revolution e freakonomics) postaram hoje sobre o mesmo assunto: O questionamento do Paradoxo de Easterlin.
Ele é a justaposição de 3 conclusões:

1. Pessoas ricas tendem a ser mais felizes do que as pessoas pobres, dentro de uma mesma sociedade.
2. Sociedades ricas não são necessariamente mais felizes do que sociedades pobres.
3. Na medida em que um país enriquece, seu povo não fica mais feliz.

Ou seja, dinheiro não traz felicidade: A felicidade está em ser mais rico que os outros.
Como é que ele chegou à essa conclusão? Pesquisas em diversos países, comparando os PIBs.

No Japão, por exemplo, depois da guerra teve seu PIB por pessoa multiplicado por 7, mas sua população continuava "tristonha".

Esse paradoxo influenciou muita gente, e provavelmente deu origem ao ditado. Também mostrou que o consumo por si só não resolve, as pessoas precisam consumir cada vez mais rápido para continuarem felizes. Uma loucura...

Agora, esse paradoxo foi questionado, e novas pesquisas estão mostrando que o dinheiro traz felicidade sim. (dah, uóbvio.). Mas o Sr. Easterlin continua duvidando e acha que faltam dados comparativos ao longo do tempo.

Don't talk to me about life gastando dinheiro para comprar fogão.

Tuesday, March 04, 2008

Bebês vêem mais cores que os adultos

Ao que parece, ao aprender a linguagem nós acabamos agrupando as cores em "pacotes". O Azul, o amarelo, o verde claro...

Os testes foram feitos identificando em qual parte do cérebro identificamos cores específicas. Enquanto os adultos utilizaram a parte de linguagem, os bebês utilizaram a parte visual.

Além disso, em testes de diferenciação de cores, as crianças antes da alfabetização tiveram vantagens.

Ou seja, precisamos ter mais cuidado com o modo como educamos nossas crianças: Nada daquelas bolas pintadas de vermelho brilhante, e mais palhetas de cores.
Tipo, sabem aquele código pantone? Ao invés de ensinar taboada, ensina o código. Imagina, seu filho no café da manhã: P: Que cor é essa do café com leite? R: Pantone 317.

"As an adult, color categorization is influenced by linguistic categories. It differs as the language differs," said Kay, who is renowned for his studies on the ways that different cultures classify colors. He cited recent research on the ability of Russian speakers to detect shades of blue [pdf] that English speakers classify as a single color.

Don't talk to me about life escrita em laranja pantone 257.

Tuesday, February 12, 2008

Tudo o que você sempre quis saber sobre anos bissextos

Anos bissextos existem para manter o nosso calendário em linha com os astros. Se não existissem, nossas estações do ano iriam mudar de data a cada 4 anos.

O ano é bissexto quando é divisível por quatro. 2004 foi bissexto, 2008 será. Agora, anos divisíveis por 100 só são bissextos quando são divisíveis por 400. Então 2100 não terá o dia 29/fevereiro, e 2000 teve.
Lembram do bug do milênio? Eu acho que vai haver o bug redux em 2100.

Curiosidade: Antigamente existiam dois calendários: O Juliano e o Gregoriano. Os dias 3 a 13 de setembro de 1752 não existiram para o mundo ocidental. Nessa data os calendários foram unificados e todos assumimos o Gregoriano.
Agora imaginem como seria complicado de marcar conference calls pelo mundo, se além de contar com o fuso horário precisássemos contar com as diferenças de datas!

A terra está girando cada vez mais devagar. Por conta disso, os relógios atômicos que determinam a hora certa pelo mundo precisaram ser atrasados em 31/12/2005 em um segundo.
É capaz de você ter estourado a champagne um pouco antes naquele ano.


Don't talk to me about 1 dia na sua vida.

Sunday, January 27, 2008

Daniel Tammet: The Boy with the Incredible Brain

Eu acho o YouTube um apanhado de pequenos fillers para o nosso tempo: 5 minutos de um vídeo engraçadinho que em 5 minutos você já esqueceu que existiu.
Mas às vezes dá para encontrar grandes coisas. É aquela velha teoria dos macacos e do Hamlet. Se tem muitos vídeos disponíveis, com certeza vai haver um que preste.

Me deparei a história do Daniel Tammet. O cara possui um cérebro que funciona diferente dos nossos, e ele conseguiu explicar para um grupo de cientistas como é que ele faz relações. Para ele, cada número é uma paisagem que se forma na cabeça, e as operações matemáticas entre as paisagens são absolutamente intuitivas. É como se ele não precisasse calcular, as respostas são formadas sem o seu raciocínio.
Além disso, o moleque consegue aprender qualquer idioma em alguns dias. Vale a pena ver esse documentário, produzido pelo Channel Five.

Para quem gostou do meu post sobre sinestesia, considere esse um continuação.

Don't talk to me about superpoderes

Monday, January 07, 2008

Ops! o apêndice no fim tinha utilidade...

Ao que parece, descobriram uma utilidade para o Apêndice. E não é a de dar dinheiro para os médicos.
O apêndice, além de ser responsável pela apendicite em determinadas pessoas, é um cofre-reservatório de bactérias benéficas. Se você tem uma grande diarréia, a sua flora intestinal vai embora, certo? Para isso que você toma Yakult, lembra?
As pessoas que perderam o apêndice sem Yakult sofrerão mais.

Don't talk to me about lactobacilos vivos.

Natalie Portman: Neurocientista?

A Natalie Portman é um dos fatores decisivos para transformar um filme mais ou menos em um bom. Fatos: V de Vingança: Filme OK, com história fantástica, mas que poderia ter virado um lixo. Salvadora? Natalie Portman.

A Série do Star Wars nova: História OK, roteiro medíocre, clichês absurdos, personagens bobocas. Salvadora? Natalie Portman.
Alguns filmes, ela nem precisou salvar, pois já iam ser bons de qualquer jeito. Por exemplo? O Profissional, que ela era a pequena Mathilda. Outro? Closer. Só a trilha sonora já fez o filme ficar bom.
Agora, vocês já entenderam que eu sou fã da moça, mesmo sem contar a incontestável "boniteza".
Li no Colision Detection que a moça antes de ser atriz era Neurocientista. Verdade. A moça era parte de uma equipe que descobriu com quantos meses uma criança é capaz de entender que um objeto que ela não está vendo continua existindo. É uma história complicada, com sensores na cabeça da criança e tal. Muito chique.
They produced the first functional images of infant brains, cracking open a glimpse at the emergence of "object permance" in a baby's brain. As they concluded in their paper:
Ah, a conclusão é que a criança identifica objetos como permanentes com 7.1 meses na média.

Don't talk to me about só acredito vendo.

Tuesday, October 30, 2007

100 Posts sobre a Wikipedia parte 7: Propriocepção

Propriocepção: Acredite, você usa a sua todo dia.

Não é um xingamento, relaxe. Propriocepção é o seu sexto sentido: (e não é nada místico)
É a capacidade de "saber" o espaço e o volume que você ocupa.
Ou seja, mesmo de olhos fechados, dá para sentir a distância entre seu dedão do pé e seu cotovelo, em qualquer posição que você esteja.
Graças à propiocepção é que conseguimos andar sem olhar para nossos pés, ou lavar as mãos, ou nos esgueirar por algum buraco.

Segundo a Wikipedia, a propiocepção acontece graças à uma imagem mental que fazemos de nosso corpo a cada momento, e toda essa informação é processada no cerebelo. O nosso ouvido interno ajuda bastante também, com informações do equilíbrio.
Nossos músculos, tendões e ligamentos passam informações relativas aos tensionamentos para o cerebelo, que faz as "contas" para localizar seu corpo.

Algumas coisas podem prejudicar sua propiocepção, como por exemplo, mudanças rápidas em seu corpo: Crescimento na adolescência, ou perda de peso rápida. O consumo de álcool também influi na propiocepção.
Um teste para identificar sua propiocepção (e identificar o nível da sua bebedeira) é fechar os olhos e tocar seu nariz com a ponta dos dedos.

Don't talk to me about life

Thursday, October 04, 2007

Evolução em figuras



No site Mutating Pictures, você é questionado sobre o quanto uma figura aleatória parece com algo específico (como um rosto, ou um animal).
De acordo com o resultado da pesquisa, mais figuras a partir dessa serão geradas aleatoriamente, até que o resultado realmente se aproxime.



É como um teste de roscharsch, só que direcionado...

E mostra como podemos evoluir a partir da mutação.

Don't talk to me about life sem Darwin

A solução está no no mar

Continuando com os assuntos ecológicos do blog, achei interessante um artigo e resolvi comentar aqui uma proposta feita pelos autores do mesmo.

O cientista e ambientalista James Lovelock, da Universidade de Oxford é o criador da Hipótese de Gaia, sugerida para explicar o comportamento sistêmico do planeta Terra, encarado como um grande organismo.

Recentemente, este cientista juntamente com Chris Rapley, do Museu de Ciência de Londres, publicaram um artigo na revista Nature, intitulado "Helping the Earth to cure itself via the oceans", propondo uma ação radical para estimular a capacidade da Terra curar a si mesma, como um tratamento de emergência para o que chamam de “patologia do aquecimento global”.

Os dois propõem que sejam instalados nos oceanos tubos que, com o movimento das ondas, bombeariam para a superfície a água que está entre 100 metros e 200 metros de profundidade. Segundo eles, a mistura de águas ricas em nutrientes sob a termoclina – região onde há um decréscimo brusco de temperatura da água – com a água relativamente estéril da superfície estimularia o crescimento das algas.

A água bombeada fertilizaria as algas na superfíce e estimularia seu desenvolvimento. Isso diminuiria o dióxido de carbono e produziria dimetil sulfito, o precursor dos núcleos que formam nuvens refletoras de luz solar”, diz o artigo.

Os canos teriam cerca de 10 metros de diâmetro, com uma válvula unilateral na parte de baixo, permitindo que o movimento das ondas produza o bombeamento. O radicalismo da proposta é justificado pelos cientistas pela emergência da situação, necessitando de um tratamento de emergência. “Os oceanos, que cobrem mais de 70% da superfície terrestre, são um lugar promissor para buscar uma influência reguladora”, destacam.

Os autores admitem que a estratégia pode falhar tanto em termos de engenharia como em termos econômicos e o impacto na acidificação do oceano ainda precisa ser levado em conta.
Para finalizar os autores sugerem: “mas as apostas são tão altas que colocamos em prática o conceito geral de utilizar a própria energia do sistema terrestre para melhorá-lo. A remoção de 500 bilhões de toneladas de dióxido de carbono do ar por ação humana está além da nossa atual capacidade tecnológica. Se não podemos curar o planeta, talvez possamos ajudá-lo a se curar sozinho”.
Alguém consegue sugerir uma idéia melhor ?

Don't talk to me about Gaia

Monday, October 01, 2007

Novo Slogan para a NASA


A NASA rodou um concurso para seu novo slogan:

"Exploring Other Worlds, Understanding Our Own"

Descritivo, pouco imaginativo, mas resolve.
Abaixo uma lista selecionada:

Searching the Stars. Finding Ourselves.
The Evolution Continues
The Universe is Waiting
We Have Ignition
A Universe of Possibilities
Bringing the Future Down to Earth
Bringing the Universe to Your Doorstep
Creating the Future Since 1958
Experience the Universe
Explorers Wanted
Exploring the Future
For the Benefit of all Mankind
Fueling Imagination
Go Beyond
Humanity, You Are 'Go' for Launch
Innovation Through Exploration
Inspire. Innovate. Explore
Launching the Future
Now Boarding


E algumas meio engraçadas:

NASA: We find your lack of faith disturbing
(Lembram dessa? Darth Vader, quando questionado pelos poderes da força...)

NASA: 87.5 times faster than NASCAR
NASA: Houston, better make that a double
Well, at least the war on science is going well

E se tiverem um tempinho, assistam esse anúncio montado pela NASA. Brilhante.

Don't talk to me about life em marte.

Tuesday, September 25, 2007

Álcool da celulose

A reportagem desse mês da Wired é sobre o "próximo passo" em combustíveis.

Já que o álcool americano é pouco eficiente, pois vem do milho, a "nova onda" é desenvolver uma tecnologia que transforme celulose em álcool, de maneira eficiente e barata.

Vale a pena dar uma lida na reportagem, mas basicamente existem três vertentes:
  • Engenharia genética para produzir micróbios produtores de celulase (enzima que digere celulose);
  • Utilizar as bactérias existentes de maneira mais eficiente;
  • Procurar soluções novas na natureza. Por exemplo, no estômago dos cupins.
Eu estava pensando em quão incrível é a gasolina: Com um litro (que cabe numa garrafa de coca cola, lembrem-se) o seu carro roda 10km. Considerando que seu carro tem uns 600kg de aço, é algo muito eficiente, não é?
Difícil bater algo tão "tecnológico" assim. Não é a toa que os EUA sejam considerados "viciados em petróleo"
Don't talk to me about life sem gás.

Thursday, September 13, 2007

Gene da canhotice

Descobriram o gene da canhotice. Agora eu já sei quem eu devo culpar quando encontro aquelas mesinhas minúsculas coladas na carteira.
Na realidade, a canhotice ajuda só na hora de jogar tênis. Canhotos tem letra pior, usam abridor de lata ao contrário, e tem problemas com tesouras.

Mas de acordo com o paper do gene, temos outro problema. O mesmo gene da canhotice é responsável pela esquizofrenia. Bom, espero que eu tenha passado ileso.

[off topic] Ah, ainda estou de luto pelo senado. Vocês viram a coluna do Jabor na CBN? acho que ele também não ficou feliz.

Don't talk to me about life às esquerdas

Wednesday, September 12, 2007

Mineral que absorve radiação

Foi descoberto no Ártico um mineral capaz de absorver radiação.
Quando colocado em uma solução contendo radioatividade, a água se torna livre da radiação e segura para o consumo.
Infelizmente esse mineral só foi encontrado agora, pois ele poderia ser bastante útil para resolver os problemas que aconteceram em Chernobyl com a poluição da distribuição de água.

É importante ressaltar que apenas algums gramas foram encontrados, e seriam necessárias toneladas para surtir efeito. Mas os cientistas parecem confiantes que é possível reproduzir o material artificialmente.

Don't talk to me about life no ártico sem radiação.

Monday, September 10, 2007

Três coisas que você talvez não saiba sobre genética

Mais um testículo da wired:
Coisas que você deveria saber sobre o estudo moderno de genética:
1. The real benefit of studying genomes is that it has taught us how little we know. We used to think noncoding "junk" DNA didn't do anything. Now it turns out it may contain underlying instructions for how DNA works.

2. Genomics' reductionist approach has become more holistic. Now we also look at all the proteins a cell makes (proteomics), RNA transcription (transcriptomics), molecules that control which DNA gets turned on (epigenomics), and cell energy consumption (metabolomics).

3. Important genes usually exist in multiple copies, in case one iteration gets damaged. This results in lots of leftover, deactivated genes from up the evolutionary tree — solid molecular proof that Darwin was right — birds have genes for teeth; humans share genes with gorillas.


Don't talk to me about lifeomics

Wednesday, August 29, 2007

Vida em Marte?

Deu na Reuters:
"a scientist from Germany believes Viking probe data shows signs of life. From the article: "Joop Houtkooper of the University of Giessen, Germany, said on Friday the spacecraft may in fact have found signs of a weird life form based on hydrogen peroxide on the subfreezing, arid Martian surface. His analysis of one of the experiments carried out by the Viking spacecraft suggests that 0.1 percent of the Martian soil could be of biological origin."

Don't talk to me about life in Mars