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Friday, April 18, 2008

Atol de Bikini

Como estaria um lugar submerso, 50 anos depois de uma explosão de uma Bomba de Hidrogênio?



Muito bem, obrigado. O atol de Bikini está intocado pela humanidade, com o medo da radiação do primeiro teste com uma bomba H, que destruiu um dos lugares mais bonitos do planeta.

Mas segundo a New Scientist, a natureza se recoperou e agora existem corais de 8 metros e muita vida marinha no lugar. E o seu contador geiger vai mostrar radioatividade semelhante à de alguma praia da Austrália.

O que acontece é que as correntes se encarregaram de repopular o atol, e limpar os restos radioativos. E como ninguém nem passa perto do lugar com medo da radioatividade, o atol de bikini voltou a se tornar um dos melhores lugares do mundo para mergulhar.
Ah, além disso, é um grande cemitério de navios da 2a guerra, com um grande potencial de mergulhos em naufrágios.

Mas não tente subir na ilha: Um côco, que acumula a radiação do solo, mostrou níveis preocupantes de radiação.

Don't talk to me about life: O bikini foi inventado na mesma época, e levou o nome em homenagem ao Atol.

Monday, January 14, 2008

O que fazer com lixo nuclear? Versão fotografada

Taryn Simon é um fotógrafo americano especializado em lugares inusitados.
Essa foto abaixo é de Hanford, um depósito de 2.000 cilindros de aço inoxidável, em uma gigante piscina. A água ajuda a absorver a radiação, funcionando como um escudo. Esse depósito é tido como um dos mais contaminados dos EUA. Esse brilho azul é resultado de um efeito chamado radiação de Cherenkov.


Don't talk to me about life nessa piscina. Devem ter umas amebas mutantes canibais suicidas.

Thursday, November 01, 2007

Dilbert

Para animar o feriado:


Don't talk to me about pum de boi.

Thursday, October 04, 2007

A solução está no no mar

Continuando com os assuntos ecológicos do blog, achei interessante um artigo e resolvi comentar aqui uma proposta feita pelos autores do mesmo.

O cientista e ambientalista James Lovelock, da Universidade de Oxford é o criador da Hipótese de Gaia, sugerida para explicar o comportamento sistêmico do planeta Terra, encarado como um grande organismo.

Recentemente, este cientista juntamente com Chris Rapley, do Museu de Ciência de Londres, publicaram um artigo na revista Nature, intitulado "Helping the Earth to cure itself via the oceans", propondo uma ação radical para estimular a capacidade da Terra curar a si mesma, como um tratamento de emergência para o que chamam de “patologia do aquecimento global”.

Os dois propõem que sejam instalados nos oceanos tubos que, com o movimento das ondas, bombeariam para a superfície a água que está entre 100 metros e 200 metros de profundidade. Segundo eles, a mistura de águas ricas em nutrientes sob a termoclina – região onde há um decréscimo brusco de temperatura da água – com a água relativamente estéril da superfície estimularia o crescimento das algas.

A água bombeada fertilizaria as algas na superfíce e estimularia seu desenvolvimento. Isso diminuiria o dióxido de carbono e produziria dimetil sulfito, o precursor dos núcleos que formam nuvens refletoras de luz solar”, diz o artigo.

Os canos teriam cerca de 10 metros de diâmetro, com uma válvula unilateral na parte de baixo, permitindo que o movimento das ondas produza o bombeamento. O radicalismo da proposta é justificado pelos cientistas pela emergência da situação, necessitando de um tratamento de emergência. “Os oceanos, que cobrem mais de 70% da superfície terrestre, são um lugar promissor para buscar uma influência reguladora”, destacam.

Os autores admitem que a estratégia pode falhar tanto em termos de engenharia como em termos econômicos e o impacto na acidificação do oceano ainda precisa ser levado em conta.
Para finalizar os autores sugerem: “mas as apostas são tão altas que colocamos em prática o conceito geral de utilizar a própria energia do sistema terrestre para melhorá-lo. A remoção de 500 bilhões de toneladas de dióxido de carbono do ar por ação humana está além da nossa atual capacidade tecnológica. Se não podemos curar o planeta, talvez possamos ajudá-lo a se curar sozinho”.
Alguém consegue sugerir uma idéia melhor ?

Don't talk to me about Gaia

Thursday, September 27, 2007

Prefeitura de São Paulo leiloa créditos de carbono na BM&F, na primeira operação desse tipo do mundo

Deu na Gazeta Mercantil. Primeiro leilão à vista de crédito de carbono foi feito na BM&F, e resulta do controle de metano no Aterro Bandeirantes localizado na zona norte de São Paulo.
Com o leilão, cujo maior lance foi dado pelo banco Fortis, a prefeitura embolsa R$ 34.5 milhões. Houve um ágio de 27.5% sobre o lance mínimo, de 12.7 Euros.

Com o valor arrecadado a prefeitura implantará oito projetos na área de Perus, próxima ao aterro. Os projetos foram selecionados em conjunto com a população. Esse primeiro leilão é referente ao carbono capturado apenas até fevereiro, o que significa que outros estão por vir.

É, ponto para o Kassab. Após toda a controvérsia da Cidade Limpa, mostrou gestão inteligente com o meio ambiente, e engordou os cofres públicos sem onerar mais a população.

Don't talk to me about life em Perus

Tuesday, September 25, 2007

Álcool da celulose

A reportagem desse mês da Wired é sobre o "próximo passo" em combustíveis.

Já que o álcool americano é pouco eficiente, pois vem do milho, a "nova onda" é desenvolver uma tecnologia que transforme celulose em álcool, de maneira eficiente e barata.

Vale a pena dar uma lida na reportagem, mas basicamente existem três vertentes:
  • Engenharia genética para produzir micróbios produtores de celulase (enzima que digere celulose);
  • Utilizar as bactérias existentes de maneira mais eficiente;
  • Procurar soluções novas na natureza. Por exemplo, no estômago dos cupins.
Eu estava pensando em quão incrível é a gasolina: Com um litro (que cabe numa garrafa de coca cola, lembrem-se) o seu carro roda 10km. Considerando que seu carro tem uns 600kg de aço, é algo muito eficiente, não é?
Difícil bater algo tão "tecnológico" assim. Não é a toa que os EUA sejam considerados "viciados em petróleo"
Don't talk to me about life sem gás.

Monday, September 17, 2007

22 de setembro: Dia mundial sem carro

Eu pelo menos, vou aderir. Ainda mais agora que resolvi pedalar duas vezes por semana para poder comer tudo que eu tenho vontade sem peso na consciência.

Estão programados vários eventos, incluindo passeios ciclísticos (boring) e grandes trilhas.

O ano passado, rolou uma corrida maluca: Um carro e uma bicicleta saíram da berrini em direção ao pátio do colégio.
A bicicleta ganhou com folga.

Além de reduzir as emissões de carbono pessoais, você ajuda a diminuir as emissões dos outros, por que assim ajudamos a desafogar o trânsito.

Don't talk to me about life poluente

Tuesday, May 15, 2007

Imã contra tubarões


Esse imã aí do lado é o mais novo equipamento anti tubarão. Feito de metais raros como neodímio e boro, é possível que com essa nova tecnologia menos tubarões sejam mortos.
Impressionante os sentidos dos Tubarões; além do olfato super avançado, e da capacidade de identificar vibrações na água, eles identificam ondas eletromagnéticas? Muito chique. Lembram do meu post sobre novos sentidos?
Don't talk to me about life sem imãs.

Monday, April 30, 2007

20 anos depois, EUA constrói novas bombas atômicas

A história se repete. Eu imaginava que algumas coisas não se repetiriam.


Essa é uma delas: Os EUA, que já tem 10.000 mísseis nucleares, está preocupado com o acordo de não proliferação de armas nucleares. Como tem que destruir uma parte de seu estoque, vai começar a construir outros mísseis, "mais modernos", para substituí-los.
Mais a parte mais patética é essa: esses mísseis serão mais seguros, e mais preocupados com o meio ambiente:
The RRW1 would also eliminate the need for some of the toxic substances in such weapons, such as beryllium, a light metal that hardens alloys but is also carcinogenic and can cause pulmonary disease. "We will be able to eliminate an entire process that produces 96 percent radiological toxic waste that has to be buried and replace it with nontoxic waste that is 100 percent recyclable."
O fato de esses mísseis causarem uma reação de fusão nuclear que vai gerar vento radiativo no mundo inteiro, ninguém fala.

Don't talk to me about life! Esse tipo de arma deveria ser banida!

Friday, April 27, 2007

Dongtan: Como criar uma cidade verde


Reportagem excelente na Wired sobre a construção de uma cidade planejada na China, próxima à Shanghai.
Aproveitando a geografia do terreno, serão feitos diques à la Veneza. Assim também enchentes serão evitadas e serão minimizados os impactos ambientais às zonas de manguezais.
E terá várias novidades tecnológicas, como água semi-tratada canalizada para utilizar em descargas de privadas e irrigações.
Parece que a China está começando a olhar para esse aspecto. E já não era sem tempo:
Mao Tse-tung believed the natural world was all that stood between Communist China and its industrial future. His country, he said in a 1940 speech, "must use natural science to understand, conquer, and change nature." And conquer it did. Forests were razed, up to 90 percent of the trees in some provinces. The government, in a scheme to accelerate steel production, forced Beijing residents to smelt metal in hundreds of thousands of polluting backyard furnaces. New factories dumped untreated waste into the rivers until they turned a deep, noxious black. When China's economy began to take off in the 1980s, conditions got worse. Foreign firms put their most toxic manufacturing operations in China. Sudden prosperity, and a rush to boomtowns like Shanghai, drove energy demand well beyond what the grid could provide. Today, China opens an average of one new coal-fired power plant per week, the main reason it will pass the US in the next two years as the world's biggest source of CO2 emissions. Since 2001, China has increased its emissions more than every other industrialized country in the world combined.
This year, for the first time in history, the majority of the world's population lives in cities. By 2050, two-thirds will call a city home. Most of that urban growth will happen in the developing world. "Tokyo, London, and New York are extremely interesting," says Ricky Burdett, director of the Cities project at the London School of Economics. "But their massive development has already happened — in London, 150 years ago, in New York, 100 years ago, in Tokyo, 50 years ago." Shanghai represents the forward edge of the planet's next urban explosion.
These new megacities could evolve into sprawling, polluting megaslums. Or they could define a new species of world city. Unlike New York or London, they are blank slates — less affluent, perhaps, but also free from legacy designs and technologies tailored to the world of the 19th and 20th centuries. That is a huge advantage. It took Boston 20 years and more than $14 billion just to reroute a freeway underground. New York can hardly install a second network of water pipes. Most of Los Angeles is too spread out for fast public transit or combined heat and power plants. And because these cities are so isolated from agricultural land, most of the food that locals eat gets shipped hundreds of miles. "Shanghai today is making 90 percent of the mistakes that American cities made," Burdett argues — spreading out, building up single-family homes, replacing naturally mixed-use neighborhoods with isolated zones for living, shopping, and working, and connecting it all with car travel. But fixing these problems is still possible.

Don't talk to me about short lifes in China

Wednesday, April 25, 2007

Carnívoros 1 x 0 Vegetarianos

Derrubar a floresta amazônica para plantar soja é mais prejudicial ao clima do que desmatar para criação de gado.

Polêmico?

Essa é a conclusão de um estudo realizado por uma equipe da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e que foi publicado na revista Geophysical Research Letters.

Intitulado "Climate change in Amazonia caused by soybean cropland expansion, as compared to caused by pastureland expansion", o artigo vai contra a literatura científica que aponta que qualquer desmatamento na Amazônia contribui para mudanças climáticas ao provocar redução na precipitação. Mas, de acordo com a nova pesquisa, os campos de soja reduzem as chuvas em até quatro vezes mais do que as pastagens.

Para tal avaliação, os pesquisadores registraram as mudanças na refletividade de campos experimentais de soja de alguns milhares de hectares na região de Paragominas (PA) e aplicaram os dados em um modelo climático. Numa simulação em que três quartos da área de floresta foram substituídos por soja, a redução de chuvas chegou a 15,7%. Quando a área foi substituída por pastagens, a queda de precipitação foi de 3,9%.

Os autores atribuíram esta grande diferença à maior refletividade da plantação de soja, que absorve menos radiação solar do que o pasto ou a floresta, esquentando menos a superfície. Traduzindo: as culturas agrícolas absorvem quase integralmente a parte visível da luz solar, que interessa às plantas por ser fotossinteticamente ativa, mas o infravermelho é quase absolutamente refletido. Isso diminui as precipitações, pois as chuvas na região dependem principalmente do aquecimento da superfície para formação de nuvens.

Nas duas últimas décadas a floresta amazônica foi desmatada principalmente para dar lugar a pastagens, porém, nos últimos anos, a cultura da soja tem avançado sobre as áreas de pastagens e hoje é responsável pela ocupação de 15% das áreas agrícolas da Amazônia, sendo que de 2000 a 2005 a soja cresceu 17% ao ano e a previsão é que ela poderá avançar até chegar a um terço da área agrícola.

Don't talk to me about climate change!

Monday, April 23, 2007

Vida em baixo d´água


Eu sempre achei que antes de dominarmos o espaço, precisamos conseguir dominar o oceano. Viver sem link com a superfície, gerando o próprio oxigênio, a própria comida e energia.

Ainda estamos muito longe de conseguir isso, mas um pesquisador australiano está definitivamente no caminho certo.

Elaborou um pequeno submarino (amarelo) onde a energia é gerada por uma bicicleta e o oxigênio é gerado por algas. Dentro do submarino todos os excrementos são reciclados, e a água potável é retirada diretamente do ambiente.

Ainda não funcionou de forma inteiramente autônoma, mas é um bom começo.
Don't talk to me about life underwater

Thursday, April 19, 2007

Nuvem negra...


Parte da campanha da WWF para reduzir a emissão de poluentes na China.
Traduzindo o texto do balão: Dirija um dia a menos, e veja quanto monóxido de carbono não estará no ar que respiramos.

Don't talk to me about poluição na China! Deve estar pior que São Paulo!

Tuesday, April 17, 2007

Live Earth 7.7.07


Putz, esse show deu vontade de ir... alguém topa? O problema é que é em Londres.
Agora, para nosso deleite, parece que vai ter uma versão no Rio de Janeiro, na mesma data. Acho que descobri a minha chance de conhecer a cidade maravilhosa...
E ainda com um tema bacana como esse.
Don't talk to me about live (aid)

Friday, April 13, 2007

Como acontece a fotossíntese

Nós achamos que somos tão bacanas, né? Mas até agora, nossos carros andam com uma eficiência energética de 10-40%, e já achamos bom.
Uma reles cianobactéria é capaz de 100% de eficiência com a fotossíntese. Como ela consegue? Até agora, ninguém soube. Saiu um estudo, vinculando a eficiência com a rapidez com que as trocas são feitas, e usando a física quântica na explicação.
Segue um trecho do artigo.
Through photosynthesis, green plants and cyanobacteria are able to transfer sunlight energy to molecular reaction centers for conversion into chemical energy with nearly 100-percent efficiency. Speed is the key - the transfer of the solar energy takes place almost instantaneously so little energy is wasted as heat.

Don't talk to me about life

Thursday, April 05, 2007

Spore

Tem coisas que valem a pena esperar. Mesmo que seja por anos.
O jogo que eu mais estou ansioso é o Spore.
Do criador do Sim City, Will Wright, permite que o jogador controle a evolução da vida, do universo e tudo mais. Saiu na Wired há uns dois anos, com lançamento previsto para o começo do ano passado.
Imaginem como deve ser legal enviesar a evolução ao seu bel prazer, só para ver se dá uma raça mais eficiente que as outras? É a minha cara. E é a cara desse blog. Sempre que sair alguma coisa nova desse jogo, vocês vão ser obrigados a ler. Sinto muito. ;)
Olhem só como é bem montadinho: É como se tivessem pego o flOw e levado para o próximo nível...


Don't talk to me about microscopic life.

Friday, March 16, 2007

Geritol (?)

Lembra da história de jogar ferro no mar para combater o aquecimento global?
O primeiro teste já começou: - e eu preferiria se fossem navios de ferro e que pudéssemos entrar dentro...

Planktos Inc. of Foster City, Calif., last week launched its ship, the Weatherbird II, on a trip to the Pacific Ocean to dump 50 tons of iron dust. The iron should grow plankton, part of an algae bloom that will drink up carbon dioxide from the atmosphere.
Planktos chief executive officer Russ George said his ship will try it on a larger scale, dumping a slurry of water and red iron dust from a hose into the sea.
"It makes a 25-foot swath of bright red for a very short period of time," George said.
The concept gained some credibility when it was mentioned in the 2001 report by the authoritative Intergovernmental Panel on Climate Change, which cited it as a possible way to attack carbon emissions.
Small experiments "showed unequivocally that there was a biological response to the addition of the iron," the climate report said. Plankton used the iron to photosynthesize, extract greenhouse gases from the air, and grow rapidly. It forms a thick green soup of all sorts of carbon dioxide-sucking algae, which sea life feast on, and the carbon drops into the ocean.
Tim Barnett, a marine physicist at the Scripps Institution of Oceanography, said large-scale ocean seeding could change the crucial temperature difference between the sea surface and deeper waters and have a dramatic effect on marine life.
Cicerone, a climate scientist who is president of the National Academy of Sciences and advocate for more geoengineering research, called the Geritol solution promising. However, he noted that such actions by a company, or country, can have worldwide effects.
George, Planktos' CEO, said his company consulted with governments around the world and is only following previous scientific research. He said his firm will be dropping the iron in open international seas so he needs no permits. Most important, he said, is that it's such a small amount of iron compared to the ocean volume that it poses no threat.
Planktos officials say that for every ton of iron used, 100,000 tons of carbon will be pulled into the ocean. Eventually, if this first large-scale test works, George hopes to remove 3 billion tons of carbon from the Earth's atmosphere, half of what's needed. Some scientists say that's overstated.
Planktos' efforts are financed by companies and individuals who buy carbon credits to offset their use of fossil fuels.


A única conclusão que eu cheguei é que está na hora de ser criada uma agência global que regulamente o uso das águas internacionais.

Don't talk to me about fitoplancton life

Thursday, March 01, 2007

Novo Canal no Panamá

Deu na Wired: O Canal do Panamá vai ganhar um irmão maior.
The Panama Canal — 50 miles long, a conduit for more than 226 million tons of goods every year — is too damn small. The latest cargo ships can’t fit into its locks, and those that can squeeze in must sometimes idle offshore for weeks stuck in traffic. Shippers pay the price in increased operating expenses, Panama in lost fees. The solution: a $5.3 billion expansion project approved by Panamanian voters last fall. This year, the Panama Canal Authority will start to widen and deepen the existing passage and add third lanes to the Atlantic and Pacific locks, sized to hold gi-normous Post-Panamax vessels. It will also dredge a deeper route through Gatún Lake, the highest point in the canal system. Capacity should double, annual toll revenue should rise from $1 billion to $6 billion, and if all goes as planned the job will wrap up just after the waterway's 100th anniversary in 2014.
Don't talk to me about Pacific life!

Tuesday, February 27, 2007

Al Gore não ganhou a presidência, mas ganhou o Oscar...

O Al Gore ganhou o Oscar de melhor documentário com o seu "Uma Verdade Inconveniente". (ah, ganhou também de melhor música)

Eu tinha feito uma promessa para mim mesmo que não ia mais postar desse filme, mas não aguentei. Pronto. Falei.

Já está rolando um lobby para ver se ele vira candidato de novo à presidência. Mas as pesquisas preliminares mostram ele atrás da Hillary. Vamos ver... Ainda há muito o que rolar.

Don't talk to me about Gore life! Não aguentamos mais!

Friday, February 16, 2007

Amazônia para sempre

Está na Internet um abaixo-assinado contra o desmatamento da Amazônia.
Eu não tenho muita esperança de que abaixo assinados resolvam alguma coisa, mas não custa tentar. Será enviado para o Lula quando tomar peso.

clique aqui para deixar seu nome.

Don't talk to me about amazon life