fogão: a epopéia.
Dia 12 de fevereiro decidimos que um fogão novo era um bom fim para celebrar meu bônus. O nosso fogão funcionava, mas já estava com + 10 anos nas costas, e era um dako dos pequenos. Ficava sobrando espaço nas laterais... Ah, e o vidro que proteje as bocas estava quebrado também. Sem contar que um fogão novo é um bom incentivo para cozinhar mais em casa.
Fomos lá naquela superloja do ponto frio da marginal. Por sorte, conseguimos nos esquivar do vendedor, solícito até de mais, e começamos a nossa aula (auto didata) sobre as características do fogão.
1• Fogões tem mais tamanhos do que 4 e 6 bocas. Decidimos por um de 4 com forno maior.
2• Não existe mais estufa em baixo dos fornos. Também, nunca tinha usado uma.
3• Grade que abre com a porta do forno é bacana.
4• Pessoalmente, gostei da idéia de um fogão sem nada pintado na chapa. Menos partes riscáveis.
5• Separamos algumas marcas que não simpatizamos muito: GE, que eu nem sabia que faz fogão, dako, que embora não nos tivesse deixado na mão lembrava sempre de uma musiquinha incomentável, e lofra que parece um chingamento sueco e parece mais caro do que vale. Sobraram continental, brastemp, eletrolux e bosh.
6• O que eram firulas dispensáveis: a 5a boca no meio, acendimento sem botão, grill e timer.
7• A bosh tinha ótimos fogões, com tudo o que nós queríamos, a brastemp tinha fogões que resolveriam bem mas que não diziam " me leve!". A continental era OK, e a electrolux tinha os mais bonitos.
Compramos o eletrolux.
no próximo post vamos descobrir que comprar é só o começo.
Don't talk to me about life esquentando comida
1 comments:
Po, Gabriel, tô esperando a continuação até agora!!
=D
ps: vc não tem Twitter, não?
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